Como a tecnologia é aplicada na medicina diagnóstica?

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A tecnologia aplicada à medicina diagnóstica tem avançado a passos largos nos últimos anos, favorecendo uma análise mais aprofundada das patologias e a definição de tratamentos cada vez mais efetivos.

Seja para ajudar no diagnóstico, na prevenção e tratamento de doenças ou em sistemas que otimizam a gestão na saúde, esse recurso ajuda a oferecer serviços de excelência que contribuem para o bem-estar dos pacientes.

No Brasil pandêmico, aliás, foi a tecnologia quem abriu novas portas e oportunidades no que se refere ao acesso aos serviços de saúde e diagnósticos mais precisos e eficazes.

 

Relação entre tecnologia e medicina diagnóstica

A tecnologia impactou a medicina diagnóstica de diversas maneiras ao longo da história. Foi por meio dela, por exemplo, que os exames de imagem se tornaram uma realidade e hoje são essenciais para a prevenção e diagnóstico de doenças, entre elas o câncer, diabetes, aneurismas, entre outros.

De lá para cá, muita coisa mudou. E se antes a tecnologia era uma ciência para poucos, hoje em dia ela se popularizou e passou a desempenhar um papel cada vez mais importante na oferta de soluções eficientes de diagnóstico laboratorial e de imagem.

Atualmente, são diversos os serviços que contam com processos automatizados ou fazem uso de inteligência artificial, internet das coisas, entre outras.

 

Papel da tecnologia na medicina diagnóstica

Engana-se quem pensa que a tecnologia se restringe à ressonância magnética, tomografias e aos robôs usados em cirurgias computadorizada. Atualmente, é possível realizar atendimentos integrados por meio de softwares, aplicativos e outras inovações que prometem facilitar o dia a dia de médicos e pacientes.

Um levantamento realizado pela Accenture apontou que 91% dos hospitais brasileiros estão conectados à internet, enquanto cerca de 61% dos médicos já utilizam instrumentos de tecnologia para o atendimento aos pacientes e 38% usam ferramentas eletrônicas de gestão. 

Mas, o que isso tem a ver com a medicina diagnóstica? Tudo!

Capazes de processar e reunir os dados das instituições de saúde, essas plataformas são consideradas peças-chave na medicina diagnóstica, já que permitem que os profissionais visualizem o paciente como um todo. 

Uma vez que o histórico de exames e de consultas está à disposição, há a possibilidade real de ter resultados mais completos – e diagnósticos mais ágeis e eficientes. Além disso, com as informações em mãos, é possível também apostar em tratamentos mais assertivos e seguros, bem como procedimentos minimamente invasivos.

Por isso, por mais que o investimento inicial seja grande, o uso da tecnologia – seja ela qual for – pode trazer ganhos de eficiência e uma redução de custos significativa. Mas, ainda mais importante, é que, com a medicina diagnóstica em plena expansão, cada vez mais pacientes terão acesso a atendimentos e exames preventivos.

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